terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Apresentação


Geovane, Carlos, Carlos Alexandre... Antes de nascer eu já tinha sido tudo isso, mas graças ao bom gosto de minha velha mãe, sou Alexandre, este que vos fala agora. Meu nome é Alexandre, mas qualquer pessoa em minha casa ou que tenha certo tempo de convívio comigo, me chama de Léo, meu apelido desde criança. Não me perguntem o que Alexandre e Léo têm de semelhante, o que sei de minha mãe é que eu repetia esse nome, e o mesmo terminou ficando. Tentarei expor esse portfólio de uma forma bem humorada, pois é dessa forma que tento ver a vida, apesar de ter ciência de seu lado “não tão feliz”, sendo eu bastante eufêmico na expressão, me permitam. Sou o filho mais velho da dona Sandra Regina e do seu Geovane, e irmão de Amanda e Aline (nota-se a preferência de minha mãe pelos nomes iniciados pela mesma letra). Além deles, convivo também com os filhos de Amanda, meus sobrinhos João Pedro, de quatro anos, e Juliana, de dois (nota-se também que a prática de colocar nomes de filhos iniciados com a mesma letra atravessou gerações, rs). Sou estudante de Psicologia, e este trabalho faz parte do meu processo de graduação. Escolher cursar Psicologia não foi algo imediato, pelo contrário. Tentei ser arquiteto, geógrafo, tentei até ganhar a vida trabalhando em callcenters, mas algumas vivências me fizeram perceber que eu precisava estudar sobre tudo aquilo que acontecia a mim e aos outros, os processos, as motivações, as relações... Foi mais ou menos com esse pensamento que decidi ser então psicólogo, e mesmo não sabendo ainda em que diabos de área vou me inserir, rs, tenho certeza que está na Psicologia o caminho que desejo trilhar. Mas falemos agora do projeto em si. Este portfólio conterá a descrição de quatro marcos de minha infância, e como falei anteriormente, tentarei expô-los da forma mais bem humorada possível. Rio de tudo, acreditem. E rio de muita besteira, assim como gosto de muita besteira também. Aliás, gosto de muita coisa boa, mas que muitos acham besteira, digamos. Se me conhecesse, Mr. Erikson diria até que não deixei a adolescência, em alguns aspectos. Eu concordaria e o chamaria pra umas partidas de vídeo game lá em casa, hehehe.
Falemos agora dos marcos escolhidos. Minha proposta é de falar um pouco deles e relacionar às teorias da Psicologia do Desenvolvimento, no intuito de ilustrar meu próprio desenvolvimento tendo as teorias como suporte. “Os marcos que escolhi foram: “Esqueceram de Mim”, Pânico no Parque”, “Inimigo Oculto” e “Romeu tem que morrer”. Calma, não sou nenhum crítico de cinema, e não farei sinopse de filme algum, calma! Esses são apenas títulos simbólicos dos marcos que irei expor. “Esqueceram de mim” fala de quando fui esquecido no táxi por meu pai, enquanto este ia a um mercado trocar o dinheiro da corrida para o taxista, que reclamando da demora do meu velho, decide ir embora. Detalharei mais sobre esse marco à frente. Ele foi um dos mais interessantes, pois foi uma das minhas principais memórias, mesmo sendo bem novo na época. “Pânico no Parque” fala de quando me perdi de minha mãe no Parque da Cidade, no bairro do Itaigara, caso que rio até hoje quando minha mãe me conta com detalhes o terror que ela passou a me procurar naquela imensidão de mato existente no parque. Achei esse marco interessante para ser exposto, pois me lembro do meu sofrimento tentando encontrá-la, confundindo-a com outras pessoas e quase saindo do parque sem vê-la. “Inimigo Oculto” fala da primeira vez que desobedeci a uma regra previamente estabelecida por meus pais na minha segunda infância, onde fui ao fliperama após a escola (o que era terminantemente proibido) e um de meus vizinhos, que por incrível que pareça NÃO SEI QUEM É, ATÉ HOJE, me dedurou para meus pais. Escolhi este, justamente porque me perturba até hoje o fato de não saber quem me dedurou, rs. E por fim, “Romeu tem que morrer” fala do episódio traumático de bullying sofrido na 5ª série do primário. Como mencionei anteriormente, todos esses marcos tiveram grande importância no meu desenvolvimento, seja cognitivo, seja social, nas correspondentes etapas da minha infância (sei que devem estar pensando que eu só tive momento ruim na minha infância, hehe, mas não é isso. Apenas pensei em expor momentos que rio feito besta ao recordar e contar pras pessoas hoje).
         Por fim, falo do meio que escolhi para transmitir minhas idéias, o blog. Escolhi esse método por estar familiarizado com o meio, por já ter criado blogs anteriormente e por gostar de escrever em meios menos formais, pois penso que me dão maior liberdade de expor da forma que realmente quero. Assim, espero que fique legal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário